A campanha salarial terminou, mais uma vez, com um acordo muito aquém das nossas necessidades e do que os bancos podem dar. A Contraf/CUT vende o acordo como uma vitória, mas este não o entendimento da maioria da categoria. O índice de reajuste, de 8%, não reflete os lucros acumulados pelos bancos. Ele é semelhante ao conquistado por outras categorias, como correios e metalúrgicos, setores que não têm a mesma lucratividade do sistema financeiro. A pressão das metas e do assédio moral seguirá adoecendo a categoria. Não houve também avanços específicos nos bancos públicos. O BB e a Caixa sequer seguiram o índice de reajuste do piso dado pela Fenaban, de 8,5%. Estes bancos ainda perseguem os grevistas tentando obrigar a compensação dos dias da greve.
Vamos debater o balanço da campanha salarial, a resistência à pressão que os bancos fazem hoje sobre os grevistas e construir as próximas lutas.
VENHA CONSTRUIR UMA ALTERNATIVA DE DIREÇÃO PARA A CATEGORIA BANCÁRIA, INDEPENDENTE DOS BANCOS E DO GOVERNO!
VENHA CONSTRUIR A OPOSIÇÃO BANCÁRIA!
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