PROPOSTA ECONÔMICA NOS BANCOS PÚBLICOS É INFERIOR A DA FENABAN!
Mais uma vez, o aumento do piso da Fenaban será superior ao da Caixa. O governo Dilma está sendo mais intransigente que os banqueiros privados, pois não estendeu os 8,5% sobre os pisos da Caixa e do BB. Não podemos admitir que, estando na mesa única, a Caixa descumpra um dos itens do acordo.
ISONOMIA: MAIS UMA CAMPANHA SALARIAL E NADA!
Mais uma campanha salarial e a direção da CONTRAF/CUT sequer pauta na mesa de negociação o tema da Isonomia. Estamos sendo enrolados há mais de 14 anos, obrigados a conviver com essa discriminação nos locais de trabalho, chegando a situação em que a maioria dos trabalhares não recebe ATS ou Licença prêmio. Além disso, a discriminação com os funcionários que seguem no REG/REPLAN também não foi pautada na mesa de negociação.
BASTA DO VELHO “SCRIPT” DA GREVE
O comando nacional e a CONTRAF/CUT estão orientando a aceitação desta proposta. Mais uma vez estamos vendo os VELHOS dirigente sindicais, decidindo a vida daqueles que estão dia a dia, enfrentando o assédio moral, a jornada extenuante, o aumento no ritmo de trabalho, dentro das agências e setores internos do banco. Todo ano é a mesma coisa! Sempre que Comando da CONTRAF/CUT orienta a aceitação de uma proposta, a grande imprensa veicula o fim da greve e os gestores pressionam os grevistas para voltar ao trabalho. Sequer a anistia dos dias parados, o mínimo que deveria ser garantido para evitar futuras desmobilizações, a CONTRAF/CUT é capaz de negociar, pois o seu objetivo é manter-se nos marcos da Mesa Única da FENABAN, que na prática tem reduzido as conquistas a um índice de reajuste.
Mas a aceitação da proposta pelo Comando de Negociação não é a palavra final dos bancários. Isso só ocorre porque, infelizmente, a maioria dos sindicatos é ligada à CUT, que defende o governo. Mas os bancários da MNOB/ CSP-Conlutas farão sua parte. Nós podemos e devemos manifestar nossa opinião na assembleia. Vamos exigir direito à fala, apesar de toda a falta de democracia que ocorre da mesma forma em todo o país e vamos defender a real vontade da categoria bancária!
Mais uma vez, o aumento do piso da Fenaban será superior ao da Caixa. O governo Dilma está sendo mais intransigente que os banqueiros privados, pois não estendeu os 8,5% sobre os pisos da Caixa e do BB. Não podemos admitir que, estando na mesa única, a Caixa descumpra um dos itens do acordo.
ISONOMIA: MAIS UMA CAMPANHA SALARIAL E NADA!
Mais uma campanha salarial e a direção da CONTRAF/CUT sequer pauta na mesa de negociação o tema da Isonomia. Estamos sendo enrolados há mais de 14 anos, obrigados a conviver com essa discriminação nos locais de trabalho, chegando a situação em que a maioria dos trabalhares não recebe ATS ou Licença prêmio. Além disso, a discriminação com os funcionários que seguem no REG/REPLAN também não foi pautada na mesa de negociação.
BASTA DO VELHO “SCRIPT” DA GREVE
O comando nacional e a CONTRAF/CUT estão orientando a aceitação desta proposta. Mais uma vez estamos vendo os VELHOS dirigente sindicais, decidindo a vida daqueles que estão dia a dia, enfrentando o assédio moral, a jornada extenuante, o aumento no ritmo de trabalho, dentro das agências e setores internos do banco. Todo ano é a mesma coisa! Sempre que Comando da CONTRAF/CUT orienta a aceitação de uma proposta, a grande imprensa veicula o fim da greve e os gestores pressionam os grevistas para voltar ao trabalho. Sequer a anistia dos dias parados, o mínimo que deveria ser garantido para evitar futuras desmobilizações, a CONTRAF/CUT é capaz de negociar, pois o seu objetivo é manter-se nos marcos da Mesa Única da FENABAN, que na prática tem reduzido as conquistas a um índice de reajuste.
Mas a aceitação da proposta pelo Comando de Negociação não é a palavra final dos bancários. Isso só ocorre porque, infelizmente, a maioria dos sindicatos é ligada à CUT, que defende o governo. Mas os bancários da MNOB/ CSP-Conlutas farão sua parte. Nós podemos e devemos manifestar nossa opinião na assembleia. Vamos exigir direito à fala, apesar de toda a falta de democracia que ocorre da mesma forma em todo o país e vamos defender a real vontade da categoria bancária!
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