DEFENDEMOS A REJEIÇÃO DO ACORDO E A MANUTENÇÃO DA GREVE PARA GARANTIR AS NOSSAS REIVINDICAÇÕES ESPECÍFICAS
Proposta econômica nos bancos públicos é inferior a da Fenaban!
Mais
uma vez, o
aumento do piso da Fenaban será superior ao do BB. O governo Dilma está
sendo mais intransigente que os banqueiros privados, pois não estendeu
os 8,5% sobre os pisos da Caixa e do BB. Não podemos admitir que,
estando na mesa única, o BB descumpra um dos ítens do acordo.
Retrocesso na luta contra o assédio moral e os descomissionamentos
Um
dos pequenos avanços que obtivemos nos acordos de 2010/2011 foi a
inclusão da cláusula que exigia 3 avaliações negativas para justificar
um descomissionamento. Porém, com a alteração unilateral do normativo pelo BB, em
Junho, criando a possibilidade de descomissionamento por ato de gestao e conduta
"inadequada", a cláusula das 3 GDPs se transforma em letra morta.
Por isto, defendemos que não assinar qualquer acordo sem que o BB altere a
IN de descomissionamento.
Outro
aspecto: com o presente acordo, o Comitê de Ética continua
integralmente regulamentado pelo BB, o que significa não cumprir nenhum
papel no combate e punição aos assediadores.O desleixo do Banco é tão
grande que sequer a eleição para os representantes eleitos foi
realizada neste ano.
PLR continua vinculada ao Sinergia
Outro
aspecto que havia sido denunciado pelo Comando nacional,
ao longo das negociações específicas com o BB é o fato de que o módulo
bônus da PLR está vinculado ao programa de metas que nos massacra no dia
a dia:
o Sinergia. Com essa formulação, hoje, um grande número de prefixos não
teria direito ao módulo bônus. Manter esta vinculação significa manter
vivo mais este instrumento de
pressão de metas que está nos adoecendo. E significa compactuar com o
assedio e pressão que nos massacra.
Não somos trouxas: proposta de jornada de 6 horas tem que ser apresentada durante greve
Será
que alguém ainda acredita na enrolação das mesas temáticas? Sabemos
que os compromissos do BB cessam assim
que a greve acaba. Estamos sendo enrolados durante 3 anos. A
reivindicação da jornada de 6 horas,que é a REIVINDICAÇÃO ESPECÍFICA
MAIS IMPORTANTE neste momento, não pode ficar em aberto. Ainda mais
porque não é dito o essencial: a redução da jornada será com ou sem
redução de salário. Qualquer proposta que inclua redução salarial não é
conquista, mas ataque.
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